Não bus(quem)carei me entender para explicar minha arte
feita para explicar o que não se entende de mim.
Essencial é
minha casa no exílio, meus amigos em solidão,
Presença concreta do amor em pensamento
minha família no silêncio
É no silêncio que (se) cri(a)o.
Não verei cores até que meus olhos consigam entender
que é do branco (desse papel) ou do preto (de minha lente)
que aprendo a enxergá-las.
(Aprendam que é)
No colorir da arte inexplicavelmente essencial que me dedico até o fim.
Não por mim.
Simples assim.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário